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Último: Boz
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Por Info   
08 de julho de 2008

- A espera acabou! Somnium 101 disponível para download - acesse!

- Nova revista on-line: Kaliopes. Saiba mais!

Última Atualização ( 08 de julho de 2008 )
 
Gakutsuou - O Conde de Monte Cristo.
Por Alexander Lancaster e Ana Cristina Rodrigues   
08 de maio de 2008

Ano 5053. Edmond Dantés era um jovem promissor, homem honesto, apesar de humilde. Agia sempre com correção e era apaixonado por sua prometida, uma bela mulher. Não se furtava de ajudar os amigos e fazia seu trabalho com dignidade. Mas algo deu errado. Envolvido sem saber em um complexo jogo político, o jovem foi preso por traição e condenado, mesmo sendo inocente. Muito tempo depois, ajudado pelas circunstâncias e um aliado inesperado dentro da prisão – uma das mais terríveis e seguras de sua época – conseguiu fugir, por mais improvável que isso fosse. Porém, já não era o mesmo homem. Quem emergiu dos sombrios anos passados no cárcere não foi Dantés, mas o Conde de Monte Cristo. E rumou a Paris, disposto a vingar-se daqueles que o prenderam injustamente e destruíram sua felicidade.

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Brasyl, de Ian McDonald
Por Jacques Barcia   
08 de maio de 2008

Vidas paralelas, tempos paralelos, universos paralelos. E um só país. Ou não. Em Brasyl, o escritor escocês Ian McDonald abre uma janela para três paisagens distintas: uma futurista, reminiscente da tradição cyberpunk; outra contemporânea, um eco dos noticiários e da febre dos reality shows; e, por fim, uma no passado, em uma selva misteriosa e predadora, um mundo independente dentro de uma colônia. Ligando esses três universos tão distantes e, ao mesmo tempo tão próximos, está a física quântica, suas possibilidades e suas conseqüências.

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Natal em Little Town
Por João Ventura   
08 de maio de 2008

O tenente Patrick O’Neill conhecia a cidade como poucos, e muito particularmente a zona conhecida como Little Town, onde fora nascido e criado. Tirando o período em que frequentara a Academia da Polícia, sempre ali vivera.

Conhecia não só a superfície, que os cidadãos bem comportados conhecem, mas também muito do que ocorria nos becos escuros, nas salas das traseiras de bares e locais semelhantes ou em certos salões geralmente considerados acima de toda a suspeita. Durante os séculos dezanove e vinte, Little Town tinha-se expandido quase como um patchwork, um crescimento entre orgânico e anárquico, à medida que vagas sucessivas de imigrantes iam chegando, fugindo da fome ou das perseguições políticas ou religiosas.

Mas O’Neill gostava dos velhos edifícios, conhecia os donos das pequenas lojas, tinha amigos em todas as comunidades que faziam de Little Town aquilo que ela tinha de único.

Última Atualização ( 08 de maio de 2008 )
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A revolução dos bichos
Por R. R. Londero   
08 de maio de 2008

 

2055. Big Field. Cidade-corredor. Aqui tudo passa: gringo, contrabando, pirataria, drogas, remédios ilegais. Se tudo passa, é cidade-de-ninguém. Faroeste dos magnatas da bio-pecuária, boi cultivado geneticamente. Big Field é a cidade-das-saídas: saída para Cuiabá, saída para São Paulo, saída para a puta que te pariu. É desespero dos sem-saídas é Big Field.

 

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O dia em que Lúcifer apareceu para ele
Por Saint Clair Stockler   
08 de maio de 2008

Um dia Lúcifer apareceu para ele. Era fim de novembro ou início de dezembro. De repente, quando olhou ele estava lá. Lúcifer não parecia com um cavalheiro ricamente vestido e de finos bigodes. Tampouco era uma criatura como um bode. Ainda tentou ver se os pés de Lúcifer eram fendidos como cascos, mas ele não se chamava Mendes. Lúcifer era assim como um menino que esquecera de crescer, tinha o corpo pequeno, braços e pernas infantis. O rosto era o de uma criança mas, quando olhou bem no fundo dos olhos dele, viu uma tristeza que de tão antiga já não tinha mais data. Lúcifer só ficou ali, olhando para ele. Então ele teve vontade de se levantar de onde estivera deitado a tarde toda e mostrar o pau para o Lúcifer. Mas se lembrou que mesmo Caído, o Lúcifer era um Anjo do Senhor, e a gente não mostra o pau para um Anjo Dele. Estrela da Manhã, lembrou-se de repente, era esse talvez o nome que melhor servia para descrever Lúcifer, que continuava mudo e fitando-o do outro lado do quarto. Uma estrela pequena que ainda insistisse em brilhar na luz do dia. Teve vontade então de se levantar e tomar no colo aquele corpo de menino e ficar acariciando seus cabelos louros e finos para que, pouco a pouco, sumisse a tristeza que ele via em seus olhos.

 

 

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